sexta-feira, 28 de maio de 2010

Olá!
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Sua avaliação é importante para que possamos organizar os próximos eventos!

Um abraço
Comissão de Educação e Cultura

2 comentários:

  1. Estou muito animada com a conversa de amanhã. Ontem fui assistir ao filme e gostei demais! Os meninos dão um show, e percebe-se o cuidado e respeito do roteiro e da direção com todos os temas tratados. O que me marcou mais, além da relevância de se tratar da sexualidade à flor da pele dessa geração, foi perceber como é comum cairmos na armadilha de transferir para "o outro" (escola, psicólogo) o trabalho de orientar os filhos. Nem sempre é por descuido, ou falta de vontade. Acho que às vezes nos sentimos mesmo é sem referências, sem competência. O que fica de mensagem é que muitas vezes as respostas vêm dos próprios filhos. Assistir ao filme me fez gostar mais do meu!

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  2. Talvez a Laís e o Luiz não tenham tido a intenção de fazer um “filme denúncia”, expondo na tela o distanciamento entre gerações, mas pra mim esse foi um dos principais motes de As melhores coisas do mundo. E isso parece ter gerado um movimento contrário, de aproximação. Na ficção, prevalece o desencontro adultos/adolescentes: os personagens dos pais são caracterizados como intelectuais que usam o dom da palavra ou o domínio de conceitos mais como escudos do que como forma de aproximação do outro, no caso, de seus filhos; e os educadores não sinalizam qualquer preocupação com as perversidades nas relações entre os colegas. Mas, na vida real, o que vivemos no sábado foi mesmo um encontro de verdade: cada um falou a partir de suas experiências, conhecimentos, repertórios, não houve uso da palavra para impor visões, persuadir, conceitualizar – uma troca afetiva genuína, certamente o melhor de nós...Precisamos de mais encontros assim!

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